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Procissão de Corpus Christi marca a religiosidade católica

01 Junho 2018 10:05:00

A tradição de enfeitar as ruas para a procissão de Corpus Christi, tradicionalmente celebrada todos os anos, contou com a participação de pastorais, movimentos e associações ligadas à paróquia Nossa Senhora das Dores de Jaguaruna.

REDAÇÃO FOLHA REGIONAL
Foto: Vanderleia Pereira/ FR

O comércio local, moradores e repartições públicas também fizeram sua parte, deixando tudo preparado para o cortejo. Foram verdadeiras obras de arte criadas com serragem, areia colorida e outros materiais. Cartazes com pedidos de paz também fizeram parte da ornamentação. 

A coroação do trabalho nas ruas veio às 15 horas desta quinta-feira, 31, com a procissão seguida de missa, marcando esta data tão especial para a comunidade católica.

Padre Avelino de Souza, pároco de Jaguaruna, falou sobre a importância da festa de Corpus Christi para os católicos e destacou o trabalho de todos que ajudaram na confecção dos tapetes. "Cristo passa pelas ruas de nossa cidade abençoando as pessoas. É bonito ver a fé do nosso povo neste dia. Agradeço a todos que participaram na confecção dos tapetes".

A prefeitura contribuiu na limpeza das ruas após o cortejo e a Polícia Militar auxiliou o trânsito.

Ao término da missa foram entregues aos representantes de cada comunidade, a vela, o sal e o cartaz, símbolo das Santas Missões Populares, um projeto da Diocese de Tubarão, que irá acontecer em 2019. Em seguida foi feito o envio dos missionários.

Celebração de Corpus Christi

A celebração de Corpus Christi teve origem em 1243, na Bélgica, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais. (Fonte: Internet)



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