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Bombeiros Voluntários de Jaguaruna: 18 novos integrantes passam a fazer parte da corporação

14 Novembro 2018 09:48:15

Em atuação a mais de uma década em Jaguaruna, envolvendo ainda os municípios de Treze de Maio e Sangão, em março de 2019, a corporação dos Bombeiros Voluntários irá completar onze anos de serviços prestados à população.

REDAÇÃO FOLHA REGIONAL
Foto: Divulgação/ Bombeiros Voluntários

Com parceria dos poderes executivos e contribuição da comunidade e empresas privadas, a entidade vem se estruturando, buscando oferecer melhores condições de trabalho para os voluntários e melhores serviços à população.  

Construção da nova sede

De acordo com o presidente da corporação, Evaldo Espindola, a campanha para a construção da nova sede se estende nos últimos três anos, através de bingos, parcerias com as câmaras de vereadores, prefeituras e a população. "Existe uma parceria para a manutenção dos trabalhos da corporação e uma campanha específica para a construção da sede. É uma obra grande, são mais de 700 metros quadrados que vão proporcionar melhorias no atendimento", frisa o presidente. A campanha lançada recentemente pelo Rotary Clube prevê uma arrecadação de aproximadamente R$ 50 mil reais. São cartelas de bingo no valor de R$ 100 reais cada, que estão disponíveis pelos integrantes dos Bombeiros Voluntários e pelo Rotary para quem se interessar em contribuir. De acordo com o presidente, a obra deve ser finalizada em 2019. "Esperamos que com esta campanha possamos finalizar a obra, pedimos a colaboração da comunidade, pois acreditamos que seja uma causa muito nobre", finaliza Evaldo.

Novos integrantes

Todos os anos a corporação prepara novos integrantes, oferendo um curso de preparação aos voluntários, que desejam atuar na entidade. Este ano, mais 18 novos voluntários irão fazer parte da corporação, entre eles, o aluno Cristian Eduardo Donida, de 45 anos de idade. Cristian é representante comercial e enfatiza a satisfação em poder fazer parte dos Bombeiros Voluntários. "Estamos ansiosos pela formatura para poder fazer parte desta equipe, acreditamos que seja muito satisfatório", observa. São mais de 250 horas de preparação. O novo integrante destaca que já vem, há algum tempo, pensado em realizar o curso. "Já vinha a uns dois anos querendo fazer o curso", revela o aluno, que teve que administrar a questão tempo entre a atividade econômica e o trabalho voluntário. Cristian destaca a responsabilidade no exercício do trabalho, mesmo sendo voluntário. "Temos que estar preparados, pois quando saímos para uma ocorrência não sabemos que tipo de situação vamos enfrentar, se vamos salvar uma vida, ou defender o patrimônio de alguém".

Participação feminina

O curso também conta com a participação da chefe de equipe, Tatiana Fabíola de Souza, que trabalha há seis anos na corporação. Ela destaca a formação dos novos alunos. "No início do curso os alunos sempre têm algumas dificuldades, mas é normal, pois nunca se depararam com determinadas situações, até mesmo o manuseio dos equipamentos, mas no decorrer do curso vão superando. Tudo são etapas que vão se aperfeiçoando, no geral, temos aí mais uma turma muito boa", destaca. A chefe de equipe revela que a corporação tem hoje mais mulheres do que homens. "No início não era assim, mas ultimamente tem havido mais interesse das mulheres". Sobre determinados serviços que exigem mais força física, Tatiana explica que os trabalhos geralmente são realizados em conjunto. "Num resgate veicular que tem manuseio de equipamentos pesados, trabalhamos em conjunto com um bombeiro, mas os trabalhos são iguais, bombeiros e bombeiras trabalham focados no mesmo objetivo, preparados para fazer sempre um bom atendimento".

Orientação sobre as queimadas

Na chegada do verão as queimadas acontecem com mais frequência e os riscos com a propagação de chamas são maiores. O comandante Ugo Leonardo Medeiros enfatiza que a corporação orienta todos os anos sobre o perigo do fogo. O comande cita incidências na região, entre as ocorrências, as que vem chamando atenção são as queimadas nas proximidades do sítio arqueológico na comunidade de Garopaba. "Tivemos um incêndio provocado naquela área, o segundo chamado naquela mesma região, são incêndios provocados, e ali o fogo se propaga com muita rapidez", observa. Ugo conscientiza ainda sobre os riscos dos incêndios. "Temos várias formas de darmos um destino correto aos resíduos, o ideal é que não se ateie fogo, mas se for fazer isto, providencie um acero bem grande que proporcione segurança no entorno da queimada, repito o ideal é que não se coloque o fogo, mas se for colocar, escolha um dia sem vento para evitar a propagação das chamas", observa.




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