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Plano Safra deve disponibilizar R$ 14,3 bi para investimentos no agronegócio de SC

Os agricultores e pescadores de Santa Catarina contarão com uma disponibilidade maior de recursos nesse Plano Safra.

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA, DA PESCA E DO DESENVOLVIMENTO RURAL
Foto: Divulgação

A expectativa é de que sejam destinados R$ 14,3 bilhões para crédito rural, seguro agrícola e apoio à comercialização da produção catarinense. O Plano Safra 2019/20 terá R$ 225,59 bilhões para investimentos em todo país, um aumento de 30% em relação ao último ano. 

Se as cotas estaduais acompanharem o crescimento do Plano Nacional, Santa Catarina terá R$14,3 bilhões em recursos para a próxima safra. O crédito rural está disponível a partir desta segunda-feira, 1º de julho, início do ano-safra, e contemplará pequenos e médios agricultores e pescadores.

"O Plano Safra é um apoio importante para a agricultura. Esse ano, o Governo Federal ampliou os recursos e mudou o foco, atendendo inclusive os pescadores. Em Santa Catarina, temos uma boa expectativa, esperamos buscar mais tecnologia e inovação para alavancar a produção catarinense", ressalta o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

Só o Branco do Brasil, uma das instituições que atuam com crédito rural, espera investir R$ 7,7 bilhões em Santa Catarina, sendo R$ 2,2 bilhões para os pequenos produtores enquadrados no Programa de Agricultura Familiar (Pronaf), R$ 600 milhões para os médios produtores (Pronamp) e R$ 4,9 bilhões para os demais produtores e cooperativas. Sem contar os recursos captados por cooperativas de crédito e bancos privados.

Aplicação de recursos em Santa Catarina

No último Plano Safra, os produtores catarinenses mobilizaram aproximadamente R$ 11 bilhões em recursos, com mais de 122 mil contratos. Com 1,12% do território nacional, Santa Catarina respondeu por 7% das aplicações nacionais e por 13,6% das aplicações do Pronaf.

Os valores utilizados em Santa Catarina foram divididos em: R$ 4,11 bilhões para custeio; R$ 2 bilhões para investimentos; R$ 3,7 bilhões para comercialização e R$ 780 milhões para industrialização.

Soma-se ainda os R$ 3 bilhões aplicados por produtores enquadrados no Pronaf. Nessa modalidade foram 81,7 mil contratos, R$ 1,59 bilhão aplicados em atividades agrícolas e R$ 1,47 bilhão na pecuária.

Os números são disponibilizados pelo Banco Central do Brasil e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).


















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