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Morango Prosperidade: qualidade e satisfação na mesa do consumidor

De Treze de Maio para o consumo nas cidades vizinhas. Apostar na produção orgânica, levando qualidade à mesa do consumidor.

REDAÇÃO FOLHA REGIONAL
Foto: Vanderleia Pereira/ FR

Com uma propriedade de quatro mil metros quadrados e um sistema de produção semi-hidropônica, com mudas vindas do Chile e da Patagônia, o produtor Jonathan Teixeira colhe de 40 a 50 quilos de morango por semana na baixa temporada e comercializa nos mercados e panificadoras da região. "Estamos gostando da ideia e o projeto tem superado nossa expectativa", diz o produtor, que fala da satisfação em ver os seus produtos nas vitrines das panificadoras. "É muito satisfatório ver aquilo que a gente produz, de forma orgânica, sem nada de veneno, nos pães, tortas, bolos, recheios, drinks..., e vendo que a aceitação do produto está sendo aprovada por quem consome", destaca Jonathan, com alegria.  

Na pequena propriedade localizada no interior de Treze de Maio, Jonathan já começa a pensar em outro projeto com a ajuda da família. "Minha esposa possui muitos cursos de confeitaria realizados através do Senar e pensamos em empreender com um café colonial", diz o produtor, que hoje também estuda novas alternativas de empreendimentos na propriedade. "Hoje, também estamos pensando no ciclismo, que vem crescendo muito em nossa região. Os ciclistas preferem mais o interior, curtindo a natureza. A nossa ideia, após passar esta pandemia, é ser uma referência para recebê-los aqui em nossa propriedade, unindo um café colonial com o colhe e pague do morango, estamos nos planejando para isto", ressalta.

História de vida do casal e a paixão pela agricultura

Jonathan é natural de Araranguá e a esposa de Jacinto Machado. Eles se conheceram na Cidade das Avenidas. Jonathan conta que foi nas férias que conheceu a fazenda que o sogro trabalhava, em Jaguaruna. "Na ocasião tinha um caseiro saindo do emprego e foi quando surgiu a oportunidade de trabalhar na fazenda, foram quatro anos de experiência". Jonathan trabalhou na Madeiras Nandi, em Jaguaruna, e depois prestou serviço de motoboy. "Eu sofri um acidente de moto e fiquei cinco anos sem trabalhar, durante este tempo fiz cinco cirurgias, minha esposa trabalhava muito fazendo faxina", lembra.

Ainda em recuperação, Jonathan recebeu proposta de trabalhar na fazenda do senhor Murilo Bortoluzzi, onde prestou 11 anos de trabalho, ele e a esposa Grasiela Piva Teixeira. A vinda para Treze de Maio foi por acaso. "Em um de nossos passeios aqui na cidade, conversei com a esposa se ela gostaria de vir morar aqui, e vimos que aqui na comunidade próximo a Santa Cruz tinha esta propriedade à venda. Ela topou e combinamos em comprar a propriedade aqui, foi onde nós, observando outras produções, optamos em trabalhar com a produção de morango, por ser uma planta mais rendável e compatível numa pequena área".

A comercialização na região partiu dos conhecimentos adquiridos quando prestava serviço de motoboy. Na propriedade Jonathan aproveita para viver mais com a família. O casal tem três filhas: Gabriela, Sara e Rafaela, que ajudam na propriedade. "Nós começamos a aproveitar os canteiros com a gordura que vai caindo do sistema semi-hidropônico para cultivar o tempero verde. O cuidado com o cultivo dos temperos fica por conta das meninas. Elas se divertem".

Família Perdoná: da estufa de fumo, para a produção dos orgânicos  

A família de Volnei Matiola Perdoná, da comunidade de Morro das Pedras, no interior de Treze de Maio, trabalhava com a produção de fumo, mas, de acordo com a esposa Santina Cancellier Perdoná, a forma tradicional de produção à base de veneno começou a se tornar prejudicial à saúde. "Meu esposo não pode trabalhar com veneno, isto foi muito prejudicial a ele, então optamos em começar a trabalhar com a produção orgânica", destaca. A propriedade é certificada com o selo da Ecovida. "Atualmente nós estamos vivendo da plantação do orgânico, isto nos traz uma satisfação da qual agradecemos a parceria com nossos clientes que confiam na gente", valoriza.

A família formada com sete pessoas, entre os avós paternos, o casal, mais o filho, nora e um neto, se dedicam à produção e comercialização em mercados e feiras da região. "Nosso produto é comercializado em Tubarão, também na feira da agricultura familiar em Jaguaruna e em Treze de Maio, muitos clientes também procuram aqui na propriedade", conta Volnei. A família tem muito orgulho e satisfação da produção de um produto bastante diferenciado, como batata doce, tomate, tempero verde, ovos, feijão e diversos outras culturas, todos certificados. "É muito satisfatório, as pessoas nos procuram e eles mesmos fazem a nossa propaganda".



















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